Retornam as aulas, fim de férias. Professores e alunos se reencontram – e direções participam do retorno do que era.
Nada mudou – no máximo pilhas mal recarregadas. Ainda temos filas em creches, vagas diminutas, contratos suspeitos e direitos esquecidos.
Teremos conselhos concordativos, burocratas viciados em aprovações e filósofos de boteco sugerindo dinâmicas. Teremos verbas voláteis e pelo menos uma nova ideia que novamente vai “revolucionar” a educação no país.
Mas ainda há esperança de que, dentro em breve, algo desse muito pode mudar para melhor.
Bom dia!
Nada mudou – no máximo pilhas mal recarregadas. Ainda temos filas em creches, vagas diminutas, contratos suspeitos e direitos esquecidos.
Teremos conselhos concordativos, burocratas viciados em aprovações e filósofos de boteco sugerindo dinâmicas. Teremos verbas voláteis e pelo menos uma nova ideia que novamente vai “revolucionar” a educação no país.
Mas ainda há esperança de que, dentro em breve, algo desse muito pode mudar para melhor.
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